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Carmen Dolores - A luta Imagem em formato de círculo com a bandeira do Brasil, no site é utilizada para escolhe o idioma Português

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(1852-1910)


Nome literário de Emília Moncorvo Bandeira de Melo, nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de março de 1852 e faleceu em 16 de agosto de 1910. Era filha do Dr. Carlos Honório de Figueiredo e D. Emília Dulce Moncorvo de Figueiredo. Casou-se com Jerônimo Bandeira de Melo. Deste enlace nasceu a escritora Cecília Bandeira de Melo, que ficou conhecida com o pseudônimo de Mme. Chrysanthème.

Colaborou no Correio da Manhã. Com o pseudônimo de Júlio de Castro, publicou uma série de contos em O País. Na Tribuna assinou artigos de crítica literária como Leonel Sampaio. Usou ainda o pseudônimo de Mário Vilar e como Célia Márcia escreveu no jornal Étoile du Sud. Entretanto ficou conhecida por Carmem Dolores, nome com que assinou suas crônicas de 1905 até 14 de agosto de 1910, na coluna dominical A Semana , na primeira página de O País, jornal de maior tiragem da América da Sul, na época.

Além de jornalista, atuou na ficção: romancista, contista e dramaturga, tendo se dedicado também à crítica e à poesia.

Iniciou sua carreira literária escrevendo contos e fantasias, como ela mesmo relata em crônica de 3 de outubro de 1909. Estréia na literatura com o livro de contos, Gradações, de 1897. Seu livro de contos — Almas complexas — foi publicado postumamente (1934). Deixou ainda o livro Ao esvoaçar da idéia (1910), onde reuniu sete crônicas sobre o divórcio: Conversando... , O divórcio , Um absurdo , É irritante! , Coisas da atualidade , O triunfo e Ainda .