CARLOS ANDRÉ

CARLOS ANDRÉ

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   EPEDAGOGIA


Estoy en un Webinar.
   MAURICIO ANTONIO


Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências
Patrono: Marechal João Batista de Mattos
Acadêmico: Mauricio Antonio Veloso Duarte
Cadeira: 56

Epitáfio: nossa civilização

Experiência desses mortos-vivos todos,
nosso homem contemporâneo estrebucha,
é preso entre o niilismo e a desesperança,
é um ébrio de fantasias degradadas...

Dejeto químico da humanidade,
essa ferrugem corrói, sim, inclemente,
a tal honestidade que ainda restava
nas consciências ou o que se dizia como isto...

Destroços de uma estrutura muito gasta,
cuja força é agora só uma maior tibieza,
aquela que não é resignação, não,
mas também não é positiva, ao contrário...

Exaltação dos penduricalhos do amor,
esse amor que é puro egoísmo, que não chega.
Nunca chega, não é nem hedonismo não.
Epitáfio: nossa civilização...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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   MAURICIO ANTONIO


Hoje no dia nacional do escritor, 25 de julho, temos novidade no LITERAGONÇA:
Nova página da livraria LITERAGONÇA estreiando hoje no Linkedin .

Faça uma visita: https://www.linkedin.com/company/literagon%C3%A7a/
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   MAURICIO ANTONIO


Academia Virtual de Letras António Aleixo
Acadêmico: Mauricio Duarte
Acadêmico Vitalício
Cadeira: 39
Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

A vida, o preço e o sonho

As forças que comandam o céu e a terra
por vezes fazem por querer, sem querer,
um conluio para mostrar a pequenez
de nossas expectativas e sonhos....

Esse pacto tem peculiaridades,
tantas, que parecem ser um dogma,
embora sejam apenas o preço
pela aventura de ansiar pelo melhor...

O preço é justo e todos têm que pagar,
para alcançar a justiça divina.
Já está escrito: Tudo tem um preço;
e a vida cobra caro, muito caro...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Imagem: Peça de arte Dispersão de Mauricio Duarte . nanquim s/ papel . 29,7 x 42 cm . 2019 . Disponível para venda.
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   MAURICIO ANTONIO


Crescimento emocional

O crescimento emocional
Traz a dor, tormentas...
Passado e presente
Concorrendo por um espaço.
Linguagem que a consciência
Ainda não sabe.
O crescimento emocional
Foge e se acha
No esconderijo imprimido
Pelo que o convem.
Lágrimas misturando-se com o suor
Medos travando portas.
Mas, não podemos parar
Chega uma hora que precisamos crescer
Buscar dentro de si
O que nos faz viver.

Bartira Mendes

Visite a página da poetisa, escritora e palestrante Bartira Mendes . RESPIRANDO POESIA . https://www.facebook.com/bartiramendesrespirandopoesia/

Imagem: peça de arte do artista visual Mauricio Duarte . Singularidades . nanquim e tinta vermelha para desenho . 21 x 29,7 cm . 2019 . Disponível para venda.
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   MAURICIO ANTONIO


Caminhos obliterados
Nanquim s/ papel
21 x 29,7 cm
2020
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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   CENTRO EDUCACIONAL


Como será o mundo depois que o corona vírus passar? você já se perguntou?
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   CENTRO EDUCACIONAL


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   MAURICIO ANTONIO


Minha participação na Coletânea VAMOS TRIUNFAR da Editora Pragmatha. Agradeço muito à organizadora Sandra Veroneze. Poema ODE ÀQUELE SEU SONHO, na página 13.

Ode àquele seu sonho

Creia em mim, disse o ácrata,
esse status quo é uma
perdição, porque tem
gente que o segue sem
nem pestanejar e,
Deus sabe, mais do que
ninguém: nenhuma pessoa,
nunca foi feliz indo
atrás desse tal mainstream...

Esqueça a TV, o rádio,
a internet, o jornal e,
sobretudo, nunca, em
tempo algum, deixe de
prestar atenção ao
passarinho que canta
lá fora no seu quintal.
Pode ser que cante uma
ode àquele seu sonho...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
São Gonçalo / RJ
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   CENTRO EDUCACIONAL


Fé!
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YASMIN MASCARENHAS

Oi tia Mara, como faço para entrar na minha sala de aula?

 



   MAURICIO ANTONIO


Eu, Mauricio Duarte, tive o texto "Desenvolvimento e preservação", de minha autoria, selecionado para a Coletânea "Teremos meio ambiente?" no Projeto Apparere da Editora PERSE. http://www.apparere.com.br/selecionados-coletanea-teremos-meio-ambiente.php
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   CARLOS ANDRÉ


Humanidade

Ainda sonho com um mundo em que as pessoas sejam menos egoístas. Onde o ódio dê lugar ao perdão, onde a intolerância dê lugar à compreensão, onde a vontade de matar dê lugar à vontade de viver. Enfim, um mundo onde ser humano seja o maior orgulho do ser humano, onde humanidade não seja apenas um substantivo que caracteriza uma raça, e sim uma benevolência natural da raça humana.

By, Casé Costa Alonso
   CENTRO EDUCACIONAL


Parabéns a todos nós pela garra e determinação!
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   MAURICIO ANTONIO


LADO ESQUERDO PINTA NO DEDO
Poesia infantojuvenil

Lívia Lugão Oliveira

Prefácio: "Direito? Esquerdo? Qual lado? Quem nunca se confundiu?

Bia é uma menina curiosa que um dia chega à casa encabulada com a "aula do lado" e mostra-se um tanto confusa com a dicotomia esquerdo / direito. "Se um lado é direito o outro não seria o errado?"

Com linguagem poética e muito divertida, Lívia Lugão Oliveira torna a aprendizagem mais lúdica e criativa, desmistificando o tema da lateralidade parla os pequenos leitores. É aos poucos que as crianças constroem a noção de espaço, do seu entorno, o que está fora dela.

Com a ajuda de versinhos criativos, Bia descobre-se destra, resolve sua complicação e continua a brincar de montão."

Karla Faria - Doutora em Letras pela UFF.



16 páginas

Litteris Editora

2016

Rio de Janeiro

21 x 21 cm

Capa colorida

Miolo PB

Ilustrações: Mauricio Luterbak

Cada exemplar vem com pequena caixa de giz de cera coloridos de 6 unidades para crianças



ISBN 978-85-374-0315-0



Preço: R$ 15,00 + FRETE dos correios



Adquira este livro realizando um depósito na conta corrente:



Titular: Mauricio Antonio Veloso Duarte

Banco: Banco do Brasil

Agência: 2899-1

Conta corrente: 58.703-6



ou



Titular: Bartira Mendes Costa

Caixa Econômica

Agência: 0194

Operação : 001

Conta corrente: 00027316-8



Após o depósito envie o comprovante de depósito com nome completo e seu endereço para: duarte.mauricioantonio.maurici@gmail.com ou bartiramendesrespirandopoesia@gmail.com

O exemplar do livro será enviado a você em até 10 dias úteis, conforme contingenciamento dos correios e demais serviços por causa da pandemia de COVID19 - Coronavírus.
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   MAURICIO ANTONIO


SANTAÇÃO
Drama Musical

Carlos AOliveira

Apresentação: "Arquiteto de formação, Carlos Alberto de Oliveira, possui uma longa caminhada no meio artístico, com músicas, pinturas e poesia. A peça é uma metaficção, na qual aponta esse lugar paratópico de que nos fala Dominique Maingueneau. Personagens que buscam na arte o seu perfil profissional, mas que são impactados pela dureza e ferocidade de uma sociedade urbana degradada, fragmentada e náufraga de esperanças. Seres humanos que ao serem relegados à marginalidade, no sentido de viver às margens do melhor que a sociedade pode oferecer, se embrutecem e atuam sob a égide de tal endurecimento. Uma peça repleta de canções magníficas que compõem o sentido dessa comunhão, que chamaríamos de espiritual, com as mazelas humanas."

Margareth Sales - Escritora, formada em Pedagogia e Letras. Pós-Graduada em Literatura e Mestranda em Literatura.

Edição do autor

56 páginas

15 x 21 cm

capa colorida

miolo PB

São Gonçalo

2019



Preço: R$ 15,00 + FRETE dos correios

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   CENTRO EDUCACIONAL


A voz da esperança!
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   MAURICIO ANTONIO


Caminhos obscuros
Nanquim s/ papel
21 x 29,7 cm
2020
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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   MAURICIO ANTONIO


ARTE-ENLEVO
Abordagem de Análise Estética e Filosófica

Novo lançamento do escritor, poeta, cronista, artista visual, ilustrador e designer gráfico Mauricio Duarte:

A arte-enlevo propõe uma abordagem de análise estética em que se transpasse o atributo de ser simplesmente arte da prática artística. A arte-enlevo transpassaria a condição de arte porque estaria em dinamicidade com expressões artísticas no êxtase, no enlevo. Propõe o elevar de mentes, consciências e espíritos tanto na pura crítica reflexiva, quanto no puro deleite de sensações e em âmbitos de maior apreciação estética plena.

Arte-enlevo é um livro com conceitos explanados sobre esta abordagem e com 26 análises de trabalhos artísticos de diferentes artistas visuais, designers, ilustradores e autores de quadrinhos. Todas os textos foram publicados em sua Coluna do Divulga Escritor.

Leia gratuitamente na biblioteca do Epedagogia aqui: http://www.epedagogia.com.br/bibliotecaonline.php?txChave=4227Arte-enlevo-Abordagem-de-analise-estetica-e-filosofica
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   MAURICIO ANTONIO


Caminhos inexistentes
Nanquim s/ papel
21 x 29,7 cm
2020
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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   MAURICIO ANTONIO


ARTE-ENLEVO
Abordagem de Análise Estética e Filosófica

Novo lançamento do escritor, poeta, cronista, artista visual, ilustrador e designer gráfico Mauricio Duarte.

A arte-enlevo propõe uma abordagem de análise estética em que se transpasse o atributo de ser simplesmente arte da prática artística. A arte-enlevo transpassaria a condição de arte porque estaria em dinamicidade com expressões artísticas no êxtase, no enlevo. Propõe o elevar de mentes, consciências e espíritos tanto na pura crítica reflexiva, quanto no puro deleite de sensações e em âmbitos de maior apreciação estética plena.
Arte-enlevo é um livro com conceitos explanados sobre esta abordagem e com 26 análises de trabalhos artísticos de diferentes artistas visuais, designers, ilustradores e autores de quadrinhos. Todas os textos foram publicados em sua Coluna do Divulga Escritor.

Leia aqui: https://www.recantodasletras.com.br/e-livros-de-generos-diversos/6933619
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   CLÁUDIO JOAQUIM

Lindo trabalho.
Peça de arte do escritor, crítico e artista plástico Décio Machado.

Título: Silêncio do mar
Técnica: Pintura em Acrílico
Dimensões: 40×40 cm
Ano de realização: 2015
Autor: Décio Machado
Foto: Luiz Carvalho

Visite a página do escritor, crítico e artista plástico Décio Machado . TUDO PELA CULTURA . https://www.facebook.com/tudopelacultura.deciomachado/
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Compartilhado de: CULTURA - DÉCIO JOSÉ RODRIGUES MACHADO - TUDO PELA CULTURA
   MAURICIO ANTONIO


Academia Virtual de Letras António Aleixo
Patrono: Frei José de Santa Rita Durão
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 39
Membro Vitalício

Fantasmas

Monólogo dos fantasmas:
à meia noite sempre vém;
me atormentam todos eles,
como que rindo de mim...

Velhos conhecidos de outros,
outros tempos, quando eu era,
eu era, eu era imortal, não era?
A era era imortal, não era, ãnh...?

Fantasmas, sim, zombeteiros,
com suas vozes estridentes
a troçar da desventura
minha e deste mundo inteiro...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
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   MAURICIO ANTONIO


Depoimento da minha amiga Vera Vianna sobre o livro de minha autoria, OS ARCANOS .

"Maurício mais uma vez me curvo ao seu talento, acabei de ler seu livro Os Arcanos de confortável entendimento só um grande escritor faz um pequeno romance em um grande e confortável deleite, em que destaca a densidade da alma humana
Onde a fé prova que Deus e nossa senhora estão ao lado dos mais frágeis e menos favorecidos, deixando-os poderosos! Mais uma vez além de talento, se faz presente a sua religiosidade. Essas histórias de povo simples,
muito agradável. O romance que é da minha cabeceira,também uma história provinciana, Amor nos Tempos do Cólera, adoro porque me leva as minhas origens.
Parabéns aplausos, e uma linda estrada de sucessos!
Deus o abençoe! Boa tarde!"

Vera Vianna

OS ARCANOS

Romance que narra um dia da vida do caminhante Nonato Cardoso dos Santos em Juazeiro do Norte na celebração de Nossa Senhora das Candeias. Nesse dia Nonato descobrirá que pode ser mais do que um devoto, pode alcançar a santidade. Por qual meios e por quais caminhos (acontecimentos sobrenaturais e visões) isso ocorrerá é o tema da aventura do viajante que deixou família com mulher e filho em Exu para viver a sua devoção por Jesus Cristo, Deus e o Espírito Santo.

Características
Número de páginas 158
Edição 3 (2020)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

Preço: R$ 36,34 + FRETE
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   MAURICIO ANTONIO


Schelling

Com Fichte a realidade do objeto desapareceu. O Não-eu apenas sendo a produção do eu. Aqui ele se diferencia de Kant, que deixou sujeito e objeto como correlatos, um dando validade ao outro. No mesmo ponto, Schelling se diferencia de Fichte. Os argumentos que se desenvolveram para a existência do objeto não certamente previram igualmente contra a existência do sujeito. Mas porque deveríamos não acreditar na existência do mundo externo, ou porque deveríamos duvidar da nossa própria existência? Depois de todas as nossas razões, o fato ainda permanece: que nós não existimos, e com nossa existência emerge face a face uma existência que não é nossa. O Eu e o não-eu continuam afirmar o ser é nossa. O Eu e o não-eu continuam afirmar o ser deles – o sujeito como validamento do objeto, e o objeto como validamento do sujeito. Os dois são reais, qual? Fichte diz que é o sujeito. Schelling diz que ambos são reais, mas eles têm suas realidades na identidade dos dois. O processo de pensamento nos revela não meramente um sujeito ou um objeto, mas ambos como um – a mente pensante e a coisa pensada. Nós não podemos separá-los, porque nós não podemos ter um sem o outro. O Eu é então, evidentemente, um sujeito-objeto. É ua possessão da mente em si mesma,e sua própria espontânea evolução envolve o potencial no verdadeiro. Pensar é, então, idêntico como o ser, porque não pode haver pensamento sem a coisa pensada e essa coisa pensada não pode ser separada da mente pensante. Não pode haver conhecimento sem uma coisa conhecida. Um conhecimento verdadeiro, que, no entanto, só pode ser um conhecimento de si como sujeito e do objeto – em outras palavras, um conhecer-se. O que é, então, verdadeiro para o eu humano é igualmente verdadeiro para o eu do universo – o absoluto ou fundamental Eu. Ele é, também, uma mente conhecedora, idêntica com as coisas existem como potencialidades e vem como verdadeira. Esse Eu, para usar a expressão de Fichte, é uma absoluta atividade cujos movimentos são representados para nós no tempo e no espaço. A atividade do finito eu e o resultado do seu ser a tua como o Eu do universo. O espírito do mundo é conhecido em si mesmo como sujeito e objeto em todo indivíduo, tanto que em sua essência interna cada homem é real everdadeiro; mas como sua forma e personalidade, ele é imaginário e insubstancial.
Nós temos dito que Schelling, no ponto da realidade do mundo externo se distingue de Fichte, ainda apenas para dar realidade ao mundo externo da sua conexão necessário com o ideal. Isto pode ser mantido, e, justificado, por que como ainda em seu ponto de distinção a Fichte para a natureza, ele é totalmente deduzido da essência do Eu. Os escritos primeiros de Schelling não nos mostram uma rápida distinção de Fichte, mas um gradual desenvolvimento, imperceptível, que se tornaria para ele mesmo, de uma doutrina do Eu para uma filosofia da natureza. Nos últimos escritos, o ponto de distinção é frequentemente mudado. Schelling sentiu que, entre filósofos reais, a harmonia é maior do que a diferença. Em toda nova forma que a expressão do seu próprio filósofo tomou, ele identificava-a com alguma outra que o filósofo anterior a ele usava. Tendo morrido sem dar ao mundo a exposição tão longamente esperada que ele iria mostrar o acordo de todas as formas que a sua doutrina assumiu, nós não temos alternativa a não ser seguí-los em seu desenvolvimento histórico. Isto é dividido por Schwegler em cinco períodos. No seu primeiro, Schelling concorda com Fichte. No segundo, ele tinha avançado no reconhecimento de uma ciência da natureza como distinta da ciência da mente. No terceiro, ele concorda com Espinoza. No quarto, com Plotinus; e, no último de todos, com Jacob Boehme, de quem ele coloca que não se envergonha de beber na sua fonte.


I – Schelling concorda com Fichte. Ele discursa sobre o Eu, e dele, deduz a natureza. Ele vê nos processos da natureza correspondência com aqueles processos da mente. Como sentimento, percepção e conhecimento são o resultado do antagonismo de duas potências – o ilimitado e o limitado – que constituem a mente, então importa que a produção de atração e repulsão. A essas forças, sendo originais, está a matéria, não e algo grosseiro e inerte. A força é o que nós podemos comparar à mente. O embate que constitui a mente do ser precisamente do conflito dessas forças opostas, que constiuem a matéria, nós precisamos olhar como uma identidade alta para a união das duas. O mesmo absoluto é manifestado no mundo externo como na mente. A natureza é a mente visível, e a mente é a natureza invisível. No ponto crucial do ser do Eu, o mundo interno vem antes. Ele é, então, seguido pelo mundo externo, como sua cópia. A mente produz essa cópia nesse caminho de auto-conhecimento. Na cópia os estágios mentais sucessivos são visivelmente marcados. A vida orgânica sendo a maior, em sua especial mente faz transcender a produção de si mesmo. Cada planta margeia algum elemento da mente. Cada organismo é uma interpretação da forma e da matéria. Como a mente, a natureza, também, está para um propósito, e pressiona com isto, fora disto. Toda a natureza procede de um centro, progredindo dentro e fora para mais altos estágios. O prévio modo dessa atividade, o elemento, por assim dizer, na sua existência, é o conflito de opor forças. Esses são os que estão na mais alta unidade, e pegos juntos, eles levam a ideia de um princípio organizado que faz do universo um sistema; em outras palavras, a ideia de uma alma do mundo. Embora a natureza e a mente sejam nada mais do que dois lados do mesmo Absoluto, ainda a ciência de cada uma é uma ciência distinta uma da outra por si mesma. Aqui Schelling progride para a segunda forma da sua filosofia, onde ele distingue entre uma filosofia da natureza e uma filosofia da mente.

II – A distinção, contudo, é apenas provisória e para os propósitos da filosofia. O desenvolvimento da unidade fundamental é até mantida à vista. Nós podemos começar com a natureza, e traçar retrogradamente, o progresso da mente, ou nós podemos começar com a mente e estudar o processo dela para o mundo externo: Alguém nos dá a filosofia natural, que se refere a uma explanação do ideal para o real, a outra, filosofia transcendental, que procura explicar o real pelo ideal.
A natureza, que para alguns, significa morte, e se move apenas por um poder externo a si mesmo, é para o filósofo verdadeiro uma viva energia fundadora nela mesma. É a absoluta Unidade manifestando a si mesma no lado fenomenal. É o movimento entre a atividade produtora e o produto. Dizendo absolutamente é a atividade infinita ou produtividade, mas seu ser sendo atrelado em expressar a si mesmo, dá infinitos produtos. Esse produtos individuais finitos são apenas fenomenais, abaixo de cada um dos quais a natureza ela mesma avança. O individual é contrário à natureza; ela deseja o Absoluto, e deseja expressar a si mesma em constante esforço. Todos os diferentes como esses produtos finitos são, natureza, ainda, deixa em tudo a impressão da sua unidade. Nós podemos dividir e subdividir, mas apenas para retornar novamente à original indentidade. Os poderes na natureza são distribuídos em diferentes medidas a várias classes de seres, e a organização de todas as coisas orgânicas é uma. A vida de uma planta é nada menos do que o menor degrau da vida com que é vista pelo homem. No mundo inorgânico parece que perdemos o traço dessa unidade. Mas ainda nós achamos gradações e processos correspondentes às gradações e energias da existência orgânica. Há um terceiro princípio o meio que o orgânico e o inorgânico são novamente unidos – alguma causa última com a qual eles são um, a parte da qual um espírito comum de natureza, ambos, orgânico e inorgânico tem mais uma vez sua origem e identidade.
No lado transcendental da filosofia concerne ao Eu, o sujeito vigilante. Começando com a mente, nós devemos estabalecer a validade e explanar o caráter das congnições mentais. O senso comum dá ao mundo uma existência fora de nós mesmos. O primeiro problema da filosofia transcendental é explicar esse pré-julgamento do senso comum. Isto constitui uma filosofia teórica, a qual, começando com o Eu, desenvolve a história da autoconsciência através de seus diferentes estágios de sensações, abstração intuitiva e vontade. Isto explica a origem do mundo externo na intuição produtiva, e a existência do tempo e do espaço no fora e no dentro da intuição.
Com o ato da vontade surge o segundo problema: como nós podemos produzir um efeito frente ao mundo objetivo de acordo com as representações que vem livremente conosco. A solução disto é a filosofia prática. Aqui o Eu não está mais inconscientemente vigiando, mas está conscientemente produzindo. O Absoluto é revelado a si mesmo com auto determinação do espírito humano. No esforço de resolver esses problemas, a filosofia transcendental acha a si mesma engajada na solução de um problema ainda maior, que é, a reconciliação do subjetivo e do objetivo. Isto pode apenas ser feito no degrau em que a atividade por dentro com o mundo objetivo seja produzida originalmente idêntica com a atividade que a ultrapassa em si mesma na vontade. Essa identidade do consciente e do incosciente na natureza é mostrada pela filosofia da arte. A peculiaridade da natureza é que ela exibe a si mesma como nada menos do que um mecanismo cego, e ainda mostrando isto no seu projeto originário. Representa como uma identidade do seu objetivo cônscio e a atividade inconsciente objetiva. Na natureza o Eu vigia sua mais peculiar essência que consiste sozinha nessa identidade. Essa contradição entre o cônscio e o inconsciente, que é inconscientemente reconciliado na natureza, acha sua perfeita reconciliação com o trabalho da arte. Nisto a inteligência acha uma perfeita intuição em si mesma. O desconhecido, que perfeitamente se harmoniza com o objetivo e com a atividade cônscia, não é nada a mais do que o absoluto e a imutável identidade que toda existência deve ser referida.

III – Na terceira parte Schelling tem avançado do idealismo de Fichte, para o realismo ideal de Espinoza. O segundo período é a história desse progresso. Agora o estágio é alcançado e Schelling adota a definição de matéria de Espinoza, como que expressando a si mesmo num Ser eterno e infinito. Ele repete, também, com convicção acrescida de veemência esta verdade, outro dos sentimentos de Espinoza, “quanto mais nós conhecemos as coisas individuais, mais conhecemos Deus”; e para aqueles que buscam a ciência do Eterno Eu-hood, ele diz: “Venha para a física natural e veja ele aqui.” Isto pode, ele dizia, satisfazer estes pretendentes a filosofia como Epicuro e seus discípulos para estabelecer a matéria como simples átomos; mas isto foi parcialmente intuido e parcialmente conhecido por homens sábios da antiguidade, que a matéria tivesse outro lado do que o lado aparente, e que a dualidade esteja nessa raiz. E desde que a questão tem sido veiculada novamente em tempos modernos, foi concluído que a dualidade era de um terceiro princípio, e que a matéria representa um triplo conjunto em si mesmo, e idêntico em si mesmo. O princípio fulgor da natureza nos ensinou o que o último nos ensinou. A matéria não expressa nada mais, nada menos do que o elo com o qual a razão, a eterna unidade do infinito com o finito. Nas coisas visíveis nós reconhecemos a pura essência com a qual não somos aptos a explicar, ainda que nós nunca vejamos a essência por si mesmo, mas sempre e em todo lugar numa maravilhosa união com a qual não se pode ser em si mesmo e, sim, explicar apenas pelo ser, na sua essência. Isto que não pode ser uma essência por si mesmo é chamada o finito ou a forma. Isto não é primeiro um ago pelo infinito, vindo a ser, nem por essa vinda aparecendo ao infinito, mas na identidade com o infinito. Eles sempre aparecem unidos. A necessidade que faz deles um só é o elo ou cópula, com a qual deve ser a si mesma o único real e verdadeiro Infinito.
Schelling repete essa ideia numa multitude de formas. O Absoluto é a cópula do finito e do infinito, o ser do ideal e do real, a identidade do sujeito e do objeto, a unidade da mente e da matéria. O lado que é real, ou a natural, o outro lado é o ideal. O símbolo do Absoluto é o magneto, onde o princípio do um, constantemente manifesta em si mesmo dois pólos e, ainda, está no âmago como sua identidade. Dividirndo o magneto, toda parte será um sistema completo em si mesmo: dois pólos e um ponto de divergência. Apenas como cada parte do magneto é o magneto inteiro em miniatura, então também todo desenvolvimento individual na natureza é um universo em miniatura; desde, no entanto, que a preponderância do real seja a característica da natureza,o ideal, embora presente, é deixado como se fosse a escravidão da matéria, a palavra margeando para o açambarcar da realidade. Mas numa gradação sempre surgida nos efeitos ideais do desancantamento dos membros dessa gradação de novo açambarcamento o tipo – real, ideal, identificado, onde será lembrado em cada um deses três, ambos os princípios estão presentes, então o que os poderes ou potências na natureza representa apenas suas particulares quantitativas diferenças.
Nós não precisamos seguir Schelling nos detalhes da sua filosofia natural. É suficiente marcar o princípio com o qual ele está graduando; a identidade do objeto com o sujeito. O ideal é representado como sombra em si mesmo, além do real. As ideias são produzidas e, de novo, são necessariamente produtivas. Elas são relacionadas com cada uma como são relacionadas com a unidade original.
O todo resulta da continuação da subjetividade-objetividade, que, de acordo com uma das primeiras leis da forma do absoluto, vai ao infinito é esta – que o todo do universo absoluto com todas as hierarquias do ser é reduzida à Unidade absoluta. Nela nada é verdadeiramente individual, e nada é ainda, o que não é ideal absoluto, o espírito inteiro – pura “natureza que produz.”
Os antigos diziam que Deus, que era o centro com o qual era aqui, tinha uma circunferência em nenhum lugar. “Por outro lado”, diz Schelling, “para definir o espaço, nós devemos dizer que com uma circumferência em qualquer lugar meramente, e sem centro em nenhum lugar, o espaço, tal como o vemois é mera forma de coisas sem o elo, “Sua irrealidade, então, é evidente, o que mostra nada mais do que desejo de poder, sua destituiçãodo ser. Nós não podemos definir o espaço, porque não há nada nele para definir, nem podemos dizer como foi criado, porque como podemos falar da criação com aquilo que é não-ser? O elo como o um, mas multiplicidades negativas, a multiplicidade como própria subsistente, e, ao mesmo tempo, espaço negativo na forma desa própria subsistência multiplicidade. Enquanto o elo do espaço negativo como forma da multiplicidade própria-subsistente,ela também se posiciona no tempo – a outra forma da finitude. O tempo é a expressão do um na oposição do muitos. Seu centro está em todo lugar, sua circumferência está em nenhum lugar. As coisas temporais surgem, como eram, surgidas borbulhando do eterno, e são posicionadas no tempo. No ser sem ser do tempo, o real é a eterna cópula sem tempo que não pode ir além. Todo momento é uma eternidade sem divisão. Se não vemos a eternidade no momento, não podemos ver nada em nenhum lugar, e o momento em si mesmo não poderia ser vazio. O universo está além de todo tempo e espaço. É apenas a imaginação com a qual muda o infinito de todo grande que não difere da última pequena e a de duração sem fim, não difere de um momento. Nem o começo, nem o fim, mas ambos em uma só vez, porque o tempo não é tempo nem espaço. A duração é pequena mas a eternidade é menor ainda. A eternidade está em todo momento, como a substância está também toda num ponto e no infinito. A duração infinita, onde é conveniente, não pode criar eternidade, nem pode a menor duração aniquilá-la.

IV- Na quarta parte a filosofia de Schelling está aliada ao neo-platonismo. Ele tinha passado pelo I-hood de Fichte, ao naturalismo ideal de Espinoza; e agora ele vem reconhecer em Plotinus um degrau de absoluto conhecimento na mente em si mesma. Nós dizemos que ele passou de Fitche a Espinoza, mas a transição não foi um esforço violento. Não havia nenhuma barreira para ser ultrapassada. O em-si-mesmo do Eu vem de todos os limites e em oposição está o em-si-mesmo Absoluto. Espinoza, bem como Schelling, reconheceu a intuição do intelecto com o último degrau e certamente do conhecimento. A razão não tem apenas uma ideia de Deus, mas é em si mesma, essa ideia. A identidade do sujeito e do objeto, o conhecer e o conhecido é uma revelação imediata de Deus. “Eu sei”, diz Schelling, “algo maior que a ciência. E se a ciência tem apenas esses dois caminhos abertos antes do conhecimento – via análise ou abstração, e que de derivação sintética, então, nós negamos que toda ciência da Especulação do Absoluto é tudo – que é um observador do que está em Deus. A ciência em si mesma tem produzido apenas o que tão longe ela vai especulativamente – o que é, apenas o que tão longe vai a contemplação de Deus como ele é. Mas o tempo irá vir quando as ciências estarão mais e mais próximas, e o conhecimento imediato terá lugar. O olho dos mortais fecha apenas na maior ciência quando ela vai tão longe quanto o homem vé, mas se abre o olho divino quando o observador eterno agora vê nele.“ Mas o concordar com o observador de Schelling e com o neo-platonismo não consiste meramente numa adoção de um ponto de início na intuição intelectual. Ele tem, até aqui, feito da filosofia natural, a ciência do divno, e tem mostrado a identidade do ideal e do real. Mas o mundo externo ainda apresentava uma dificuldade, a qual ele não podia ignorar. Esta dificuldade se estabeleceria em quarto lugar como algo distinto do Absoluto. Em verdade, ainda, as coisas finitas não tem realidade neles mesmos; mas vindo de onde das suas existências irreais? Vindo de onde tinha essa ciência do mundo sua origem? Não, certamente, em qualquer realidade imparcial a isto vindo do Absoluto, mas numa completa queda,fora e separada do Absoluto. Restarurà-la é tarefa do tempo. A história recordada do progresso da reconciliação. Deus é manifestado em si mesmo lá e, quando essa manifestação é completa, então também será a restauração do mundo.
V – O elemento místico que aparecera tão decidamente na quarta parte da filosofia de Schelling, fora ainda mais desenvolvida e completamente, na quinta e última parte. Ele expresamente abandona Espinoza pela companhia de Jacob Boehme. O filósofo de Gorlitz, enquanto mantinha a fundamental união entre Deus e a natureza, sempre tinha deixado definitivamente distinguido o conceito entre estes. Schelling tinha feito o mesmo nas primeiras formas da sua filosofia, mas o método de Boehme parecia reclinar-se num maior definitivo teísmo, e ser livre às objeções que o espinozismo tinha exposto.
Esse método foi reconhecido como um abissal Nada, no qual Deus e a natureza tem seu começo eternamente. Schelling chamava de “o degrau original”, ou até mesmo o “não-degrau”. Isto não é meramente uma ideia, mas algo real e atual. Não é meramente uma ideia, mas algo real e atual. Não é Deus em si mesmo considerado verdadeiramente, mas apenas o degrau da sua existência. É a natureza em Deus; uma essência inseparável dele, e ainda assim, diferente. A relação é explanada analogicamente através do poder da gravidade e da luz na natureza. O poder da gravidade vai antes da luz e em seu degrau de escuridão eterna do ser, que não é em si mesma verdade, e que desaparece na noite, enquanto a luz se revela no outro caminho. Esse “degrau original” ou “não-degrau” é uma indiferença absoluta. Agora a indiferença não é o produto de opostos, nem é o que está implicitamente contido nele, mas uma essência diferente de todas as oposições e na qual todas as oposições se desfazem. Não é nada mais do que sua aniquilação, e, no entanto, não tem predicado, mas é impredicável. O “sem-degrau” vem antes de toda existência. Mas a sua precedência não é uma no tempo. Não há lá nem o primeiro nem o último. O um é nada sem o outro, então Deus é ambos, com o qual existe; e de novo, o primeiro do degrau – desde que o degrau seja como tal, possa ser, se Deus não existe.
Esse degrau da existência de Deus é a natureza em Deus. É também descrito como o princípio não-inteligente em Deus, não apenas como uma mera não-inteligência, mas porque é uma potencialidade – o degrau e o começo do Deus existente – que é de Deus como a sabedoria, ainda, como uma cega e incriada intuição, e não uma consciência sábia. “Eu posiciono Deus”, diz Schelling, “como o primeiro e o último, como Alfa e Ômega; mas ele não é como Alfa o que ele é como Ômega. “No um ele é Deus envolvido; no outro ele é Deus evoluído. Para a evolução da Deidade não é necessárrio que Deus tenha antes sido um objeto, e que o objeto tenha sido ele. Para alcançar a auto-consciência, o Absoluto vem do seu envolvimento inconsciente, que é seu primeiro estado. Ele vem fora por uma evolução necessária, a qual é a revelação do si mesmo-criação. Como ainda ele é nada mais do que parcialmente consciência, sua sabedoria é nada mais do que um instinto cego. Ele é a condição da natureza – é Deus em puro naturalismo. Ele então se torna pura e inteira divindade de quem nós cultuamos – um Deus pessoal. Ele é o primeiro e o último. Como Alfa, ele é Deus envolvido, como Ômega, ele é Deus evoluído. A verdadeira religião reconcilia ambos no culto da maior identidade, aquela que é em uma vez Alfa e Ômega.
Essa natureza em Deus é o elo que une naturalismo e teísmo. Isto é a passagem de Schelling do espinozismo para o reconhecimento da consciência pessoal de Deus. Sem esse elo lá haveria o um de um lado de Deus sem a natureza; de outro lado, a natureza sem Deus. Pode ser questionado se concernindo a perfeita, a verdadeira, porque não é do início? A resposta é o que Deus náo é meramente um ser, mas uma vida, e toda vida tem um destino, e está sujeitado a sofrer e se tornar. Toda vida, sem distinção, vem e surge da condição de evolução, vindo como se coloca sua próxima condição, ela é morta e escura. Até então, isto é um com a vida de Deus. A personalidade fica na união do um independente com o um dependente nele, então, o que esses dois inteiramente penetrados um com o outro e o um. Deus, através da união dele e o ideal principio com o degrau independente, é a maior personalidade. E desde que a unidade viva de ambos é o espírito, então, é Deus, como o absoluto elo, o espírito é um senso eminente e absoluto.
Nós seguimos as cinco divisões da filosfia de Schelling feita por Schwegler, mas na realidade as cinco divisões podem ser reduzidas a duas – que com Schelling concordam com Espinoza, e que com a qual, ele segue Boehme. Ele repudia o epíteto “panteísta”, e fortemente expressa sua crença na personalidade de Deus. Mas quem dentre Espinoza ou Boehme foi mais pantetísta, ou qual deles mais acreditou na personalidade, está “entre as coisas que desejamos saber.”
“O Deus do puro idealismo”, diz Schelling, “bem como o Deus dopuro realismo é necesariamente impessoal. Este é o Deus de Fichte e o de Espinoza, mas para mim Deus é a unidade viva de todas as forças – a união do princípio ideal com si mesmo no seio da sua própria dependência. Este é o espírito do senso verdadeiro apenas.”
Na imortalidade do espírito, Schelling não difere em nada de Espinoza. “O Eu”, ele diz, “com sua essência não submete nem condições nem restrições. Sua primitiva forma é um ser puro e eterno. Nòs não podemos dizer disto, que era ou que será, nós só podemos dizer que é. Isto existe absolutamente. É fora do tempo e além dele. A forma da sua intelectual intuição é a eternidade. Agora desde que é eterna não tem duração, como duração apenas relata ao objeto, como a eternidade propriamente consiste em ter nada do que é feito no tempo.” Isto é a eternidade que pertence a Deus, e, no entanto, pertence ao espírito humano, que acha sua verdadeira vida em Deus – de quem a essência é a essência de Deus, e como isto retorna à busca da sua vida, isto perde sua individualidade, e conhece a si mesmo como um com o Absoluto e o Eterno.
Quando Schelling deu ao mundo sua filosofia da revelação, ele declarou que toda sua estrutura de filosofia era apenas um poema, um “mero poema”. O público, como é dito, nunca tomou por alguma coisa a mais, até incluindo o “último desenvolvimento.”

Livre Tradução do escritor e artista visual Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) do livro Pantheism and Christianity . John Hunt . 1884 . Transcendentalismo . Schelling

Visite o site Panteísmo e Cristandade com todos os textos traduzidos:
https://sites.google.com/site/pantheismandchristianity/home
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   MAURICIO ANTONIO


O mundo

O mundo é como um pião.
Gira, gira e não para...

Só para quando chega
a morte, aí não é mais pião,
ilusão; é só lembrança...

O mundo é como um peão.
Mais importante peça...

Mas não serve se deixar
a frente de batalha;
aí não é peão, é, sim, um rei...

O mundo é como um pão.
Alimento básico...

Só não é alimento para
os que partiram daqui;
aí não, o pão não alimenta...

O mundo é como um piau.
Peixe fluvial, de rio...

Só deixa de ser peixe,
quando pega o alto mar;
aí é baleia, imenso mundo...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Visite a página da escritora, poetisa, palestrante e acadêmica Bartira Mendes . RESPIRANDO POESIA . https://www.facebook.com/bartiramendesrespirandopoesia/
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   MAURICIO ANTONIO


Limites que se impõem

Limites que se impõem
não vão longe no limiar
da nossa maior consciência.
É que a tal liberdade
não quer nada, a não ser,
ser ela mesma, integral...

Limites que se impõem
morrem logo no início
da imposição. É que
a tal verve só vê
o que quer, nunca sendo
o que estes outros querem...

Limites que se impõem
não vicejam no jardim.
É que o tal amor sabe
das árvores que trazem
benção e cumplicidade,
esquecendo o ódio e o rancor...

Mauricio Duarte

Visite a página da escritora, poetisa e palestrante Bartira Mendes . RESPIRANDO POESIA . https://www.facebook.com/bartiramendesrespirandopoesia/

Imagem: Peça de arte Disposições 2 de Mauricio Duarte Nanquim e ecoline s/ papel . 21 x 29,7 cm . 2019 . Disponível para venda.
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   MAURICIO ANTONIO


Como manter a paz, consigo e com os outros, em tempos de pandemia?

Minha resposta: Para manter a paz interior tenho praticado oração e meditação. Para manter a paz com os outros tenho exercitado a arte de escutar, ouvir o que o outro tem a dizer antes de já pensar o que vou rebater, o que vou contra-argumentar. Manter a paz, ás vezes é mais difícil do que chegar até ela. A verdade, assim como a paz, são bichos estranhos, quando a gente acha que os pegou, é que eles estão mais distantes da gente, como diria um personagem de Histórias em Quadrinhos.

Mauricio Antonio Veloso Duarte

https://pragmatha.com.br/como-manter-a-paz-consigo-e-com-os-outros-em-tempos-de-pandemia/
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   CLÁUDIO JOAQUIM


Deixe algum sinal de alegria onde passe. "Chico Xavier".
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   MAURICIO ANTONIO


Cientistas dão um importante passo na criação de uma Internet quântica segura

Uma nova investigação da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou o elo que faltava para termos uma Internet quântica funcional e prática: uma forma de corrigir os sinais perdidos.

Os investigadores tentam criar uma rede quântica há mais de vinte anos, mas, até hoje, a maior dificuldade tem sido enviar sinais quânticos sem qualquer perda. Agora, esta equipa de cientistas norte-americanos encontrou uma forma de corrigir a perda de sinal com um protótipo de “nó quântico capaz de capturar, armazenar e entrelaÇar bits.

“Esta é uma inovação que pode estender o maior alcance possável de redes quânticas e possibilitar novas aplicações, explicou Mikhail Lukin, um dos autores da investigação, cujos resultados foram publicados recentemente na Nature.

Do telégrafo á  Internet de fibra ótica, as tecnologias da comunicação precisaram de lidar com o mesmo problema: os sinais degradam-se e perdem-se quando são transmitidos a longas distâncias.


No caso particular de uma rede quântica, são utilizadas partáculas de luz (fotões) entrelaÇadas para se enviar uma determinada mensagem. O entreleÇamento quântico permite que os bits de informação sejam correlacionados perfeitamente entre dois pontos distantes. Desta forma, as mensagens entrelaÇadas são totalmente seguras, isto é, não podem ser hackeadas.

No entanto, a comunicação quântica também é afetada pela perda de fotões. Ainda assim, o que a torna ultra segura é o mesmo motivo pelo qual não podemos usar repetidores para contornar esta perda de informação.

Mas esta equipa encontrou uma solução: o “repetidor quântico“. Ao contrário do clássico, que repete um sinal através de uma rede existente, o repetidor quântico cria uma nova rede de partáculas entrelaÇadas para retransmitir a mensagem.

A cada estágio desta rede, o repetidor deve ser capaz de capturar e processar bits de informação quântica para corrigir erros, armazenando-os durante um peráodo de tempo suficiente para que o resto da rede fique pronta.

Contudo, até nesta solução os cientistas encontraram dificuldades. Além de os fotões serem muito difáceis de capturar, a informação quântica é muito frágil e complicada de armazenar. Para contornar estas dificuldades, estes investigadores tÊm trabalhado num sistema capaz executar ambas as tarefas com sucesso: centros de cor em diamantes.

Estes centros são pequenos “defeitos na estrutura atómica de um diamante capazes de absorver e irradiar luz, dando origem á s cores brilhantes da jóia preciosa. Em laboratório, os investigadores integraram este centro num diamante nanofabricado, que confina os fotões, forÇando-os a interagir com o mesmo.

Depois, colocaram o dispositivo dentro de um refrigerador de diluição, que atinge temperaturas próximas do zero absoluto, e enviaram fotões individuais através de cabos de fibra ótica para o refrigerador, onde foram capturados e presos com sucesso pelo centro de cor.

O dispositivo consegue armazenar informações quânticas por milissegundos, o tempo necessário para que sejam transportadas por milhares de quilómetros. “Este dispositivo combina os trÊs elementos mais importantes de um repetidor quântico: a memória longa, a capacidade de capturar informações de fotões com eficiÊncia, e a capacidade de processá-las localmente.

A Internet quântica pode ser usada para enviar mensagens á  prova de hacking, para melhorar a precisão dos GPS ou permitir computação quântica baseada numa nuvem. Este novo estudo representa a primeira prova de que esta tecnologia pode mesmo tornar-se real.

ZAP // HypeScience

https://zap.aeiou.pt/o-que-faltava-internet-quantica-315965
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CLÁUDIO JOAQUIM

Grande aula amigo.

 



   MAURICIO ANTONIO


Sete artes cognitivo-ontológicas

Ⴌ semelhança de uma Esteganografia, tenciono realizar uma analogia com As Sete Artes Liberais o Trivium e o Quadrivium tão utilizados na Idade Média, para criar um método de abordagem em análise estética e filosófica (basicamente) que englobe um Enlevo Perceptivo (arte-enlevo, interface-enlevo, ándice-enlevo e espiritualidade-enlevo) e uma Ascenção Perceptiva (Pedagogia-ascensão, Filosofia-ascensão e Teologia-ascensão).
A Esteganografia é um método que assegura a transmissão segura de dados digitais na rede (web) ou numa intranet, a partir de algoritmo com a linguagem de programação Phyton. Uma Análise de Similaridade Estrutural de Imagens Esteganografadas com Python revela que uma imagem (foto, ilustração, gráfico) e sua versão esteganografada são extremamente similares e demonstram náveis de eficiÊncia para a seguranÇa (e para se obter uma cópia exata da imagem) muito grandes. Os aspectos gráficos das imagens são melhor considerados nessa técnica e é desconsiderado o uso de métodos mais sofisticados de criptografia.
SeguranÇa e exatidão, confianÇa e similaridade... Por que usar essa analogia? Porque o mundo hodierno relega Deus a um papel de mero Criador que abandonou sua criação, indiferente quando muito ou de invenção da igreja para dominar, para explorar e escravizar a massa em grande parte e trata os deságnios divinos com escárnio, ironia e aversão.
Na Idade Média (quando foram criadas as Universidades, a despeito de tudo que se possa dizer a respeito da “Época das Trevas) utilizava-se o Trivium e o Quadrivium. A imagem que se tinha do conhecimento humano cognitivo-ontológico era muito mais amplo, muito mais abrangente, muito mais complexo, muito mais humano e... muito mais real, ou ao menos, muito mais próximo do real. Mas como? E nossos progressos cientáficos? Nossas conquistas? Nossas tecnologias? Perguntariam muitos ou a maioria das pessoas... Nossas conquistas tecnocientáficas, de direitos humanos, culturais e artásticas, bem como em vários outros náveis e áreas não nos tornaram mais humanos, mais irmãos, mais reais. Pelo contrário, a adoção desse modelo de separação, de dissecação dos conhecimentos em partes cada vez menores, cada vez mais especáficas nos permite sim analisar tudo, mas perdemos a sántese, perdemos o pensamento complexo, conforme coloca Edgar Morin e outros pesquisadores.
A arte tem como premissa um pensamento englobado em várias áreas até por isto, o termo usado desde astronomia até música, desde matemática até gramática em tempos antigos e embora hoje em dia não se fale mais em “arte no lugar de ciÊncia, a arte, hoje reconhecida como contemporânea, atua e considera um amplo espectro de áreas do conhecimento humano.
Enfim, as sete artes cognitivo-ontológicas (conforme as chamo) possuem uma similaridade com as sete artes liberais por tratarem do pensamento de forma holástica, de forma inteira e não dissecada e, principalmente por considerarem Deus e o tempo de Deus, num tempo em que se esqueceu do Pai Eterno, do Divino Filho, Jesus Cristo e do Divino Espárito Santo. Um tempo em que uma análise de filosofia axiológica (de valores) é confundida com moralismo ou fanatismo religioso, por exemplo.
A imagem do homem contemporâneo de si mesmo é dúbia, subjetiva e débil. Não queremos com isto dizer que o homem de outros tempos era melhor, mas hoje, dispomos de uma tecnologia nunca antes utilizada. Com este nável de tecnologia, o nável de nossa consciÊncia precisa estar acima, ou um pouco acima, desse nável tecnológico ou seremos engolidos por nossas próprias criações, seremos usados e manipulados pelas coisas e não usaremos ou manipularemos as coisas. Será ou já é? a coisificação do homem e da mulher, a coisificação da humanidade.

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

ReferÊncias:

Análise de Similaridade Estrutural de Imagens Esteganografadas com Python
Ewerton da Silva Farias
Geoflly Adonias
Carlos Regis
https://www.researchgate.net/¦/59a9570ba6fdcc23984¦/download

Similaridade Estrutural e Graph Matching
Pedro Henrique Pamplona Savarese https://www.cos.ufrj.br/¦/slides/Pedro-Similaridade-estrutu¦

Os setes saberes necessários á  educação do futuro
Edgar Morin e UNESCO
Introdução ao Pensamento Complexo
Edgar Morin

https://www.facebook.com/seteartescognitivoontologicas/
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   MAURICIO ANTONIO


Mauricio Duarte

Info profissional 

Nome artástico: Mauricio Duarte

Estado: RJ

Cidade: São GonÇalo

E-mail: duarte.mauricioantonio.maurici@gmail.com

Fone: 21 2701-0439

Canais:
Facebook
Recanto das letras

área de atuação: Escritor; Poeta, Ilustrador e Designer gráfico

Minibio: Mauricio Duarte é natural de Niterói, RJ. Escritor, poeta, artista plástico e ilustrador, Mauricio é formado em Desenho Industrial Programação Visual na Escola de Belas Artes da UFRJ. Atualmente é colunista do site Divulga Escritor. Membro Correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni. Membro da SAL (Sociedade de Artes e Letras de São GonÇalo), Membro AcadÊmico da Academia de Letras Virtual (AVL). Membro da Academia GonÇalense de Letras, Artes e Ciências.Pós-Graduado (lato sensu) em Docência do Ensino Superior na UCDB a partir do Portal Educação.

Publicações:
Tátulo: Vozes que calam

Autor(a): Mauricio Duarte

Editora/Selo: Literacidade / Sementes Láricas Pará

GÊnero: Poesia

Ano de publicação: 2016

Número de páginas: 40

ISBN: 978-85-5552-061-7

PreÇo de capa: R$ 12,00

Sinopse: Vozes que falam, mas não são ouvidas. Vozes que não falam, abafadas. Vozes que falam tão alto que calam todas as outras. Essas são as vozes que calam de Mauricio Duarte. Vozes de um tempo que deixou de ouvir, um tempo que só vomita informação numa mádia que sobrepõe dados encima de dados, sem parar, sem chance de respirar. Os poemas são breves e graves e de temática a mais variada possável, mas com um fio em comum: muitas vezes não queremos ouvir o que é dito neles. Desassossega e desnuda realidades. Realidades cósmicas, santas ou mundanas e miseráveis. As vozes que calam são as mais necessárias.

https://www.e-centrica.org/mauricio-duarte/
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   DARLENE MIOLA


Conhecimento, aprendizado, desejo ensinar e aprender.
   CLÁUDIO JOAQUIM


Hola amigos de Argentina que pronto crearán cursos, clases y estudiarán con nosotros. Bienvenidos a nuestra red social educativa.
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   CLÁUDIO JOAQUIM

Ótimo material. Recomendo.
Visite nossa Biblioteca Virtual. Para isso clique no menu superior Recursos >> Biblioteca Online.
São milhares de tátulos de extrema qualidade. Aproveitem.
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Compartilhado de: EPEDAGOGIA
   EPEDAGOGIA


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MAURICIO ANTONIO

Uma biblioteca fantástica, recheada de muito bons livros e muito bons autores. Recomendo fortemente.

 



   CENTRO EDUCACIONAL


Que tal esse acessório para ajudar os pequenos em suas criações! Guache com água no pote de Yakult, uma esponja na ponta e a arte já pode começar!
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CENTRO EDUCACIONAL

Bom dia Aline Tomaz! ainda não é a sala de aula, essa é apenas uma sugestão. Não se preocupe você já vai entender, e caso não entenda juntos vamos aprender. A salinha da Mari ainda não foi liberada. Beijinhos de saudade!

 



ALINE TOMAZ

É uma boa ideia, mais com o q está acontecendo nem deu pra eu providenciar nada. ☹️

 



CLÁUDIO JOAQUIM

Adoro materiais criativos. Muito bom.

 



   CLAUDIA M.


A escola em tempo de pandemia

Nestas duas últimas semanas, uma ameaça mundial começou a surgir aqui no paás causando um misto de medo e incertezas em um futuro próximo. O COVID-19, é o causador desta grande inquietação. Esta inquietação em maior ou menor grau é uma resposta natural que os seres humanos possuem e é uma reação ao estresse. Longe de ser um mal em si, a resposta ao estresse provoca uma reação de luta ou fuga indispensável em momentos de ameaça a vida e que nos impulsiona a reagir face a um perigo real e buscar novas formas de adaptação frente a um combate iminente. Por que é importante falar sobre isso agora? E por que falar sobre isso com vocÊs profissionais da educação? Primeiro e o principal: vocês não estão á  parte disso. Vocês vivem, tem famílias e moram neste paás. Segundo, vocÊs terão de se adaptar as novas realidades que surgiram e surgirão visto que há previsões que novos períodos como o que estamos vivendo se tornem cada vez mais comuns nos próximos anos. E terceiro: temos de sobreviver! Mas como lidaremos com a aprendizagem usando a tecnologia? É possável surgir problemas psicológicos e neuropsicológicos dentro destas modalidades de ensino? Como lidaremos com alunos que precisam de apoio de aprendizagem? E como intervir neste contexto?
Não sabemos o que enfrentaremos em breve. Há hipóteses positivas e negativas sendo consideradas pelo governo. No entanto, algumas preocupações já surgem em alguns profissionais tais como: o que será feito se as escolas fecharem por meses? Algumas escolas, cursos e universidades já autorizaram o uso das plataformas digitais. Mas, como fazer com o professor não é familiarizado com estas plataformas? O que acontecerá com o aluno que não tem acesso á  internet? E os alunos que precisam de mais apoio individual? E ainda, se no final da pandemia muitas escolas decidirem que vão privilegiar o uso do ensino on-line caso verifiquem que deu certo? Sem dúvida, estas são indagações importantes. O surgimento do COVID-19 está sendo avassalador na maioria dos lugares que já passou e representará sem dúvida uma mudança na mentalidade de muita gente.
Primeiramente, mantenha a calma e a perspectiva no lugar certo! Erraremos e aprenderemos muito nestes próximos dias. O conteúdo de muitas plataformas varia mas o mais eficiente ao redor do mundo tem sido ensinar em doses menores. Aproveite este peráodo para simplificar e aprimorar seu estilo de ensino. É possável que você leve o dobro do tempo para explicar um conteúdo que explicaria em um tempo de aula. Tenha em mente que muitas vezes seu aluno não terá condições de ter um lugar e ambiente de estudo propácio a aprendizagem. Em todo mundo, a internet está com o tráfego mais lento e muitas instabilidades devido ao uso em massa da população. Lembre-se que muitos dividem a internet com outros membros que estão em casa, seja por lazer ou mesmo por objetivos profissionais. Se for possável, procure entrar em contato com seus alunos durante ou após as aulas, lógico que isso dependerá e muito da autorização da escola e da plataforma utilizada ou seja, se a aula será em tempo real ou gravada. Mesmo assim, busque adaptações.
   CLÁUDIO JOAQUIM


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   CARLOS ANDRÉ


Boa noite! Sejam bem vindos á  nossa Plataforma Educacional. Vamos fazer a nossa parte para ajudar a acabar com pandemia, ficando em casa, cuidando bem da higiene e utilizando os recursos tecnológicos para manter nosso cérebro em forma. Para tanto, estamos utilizando uma plataforma nova, dinâmica e promissora. Parabéns por fazer parte desse time de campeões!
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JHON VICTOR

Agora que eu botei a senha não estou achando mais o curso do 901

 



CASSIELLY PEREIRA

Cheguei

 



EPEDAGOGIA

Parabéns professor Casé!

 



   CENTRO EDUCACIONAL


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   MAURICIO ANTONIO


Acordes em Flor - Videoclipe da Música de Ian Medeiros e Décio Machado

Videoclipe da Música ACORDES EM FLOR, de autoria de Ian Medeiros, Décio Machado com Arranjo e Produção de Iris Nascimento.

Veja o vádeoclipe aqui: https://youtu.be/e5V8p1b2RvA

Visite o Canal do YouTube de Décio Machado . TUDO PELA CULTURA . https://www.youtube.com/channel/UCplOaRoJ7XrvFo9wdB3fg5w

Tudo pela Cultura Canal You Tube Décio Machado Música Acordes Flor Iam Medeiros Iris Nascimento
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   CLÁUDIO JOAQUIM


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   THIAGO SANTOS


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   EPEDAGOGIA


Liberamos um curso gratuito de Atendimento Educacional Especializado - Pessoa com Surdez
Carga horária 40 horas
Curso GRÁTIS com certificado ao final. Certificado de um Instituto Internacional.
   RENATA DE


FELIZ EM PODER VIVENCIAR A INCLUSÃO’O!
   MAURICIO ANTONIO


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MAURICIO ANTONIO

Pesquisa, leitura e escrita tendo como base um elenco dos livros de leitura frequente no enlevo espiritual. Sinal e ándice de trabalho docente em artes literárias com análise espiritualista. . O ándice-enlevo não é literatura de propaganda nem literatura panfletária. No entanto, apresenta um viés de exploração filosófico que, se não é açambarcante, em termos totalizantes, é, ao menos, realizado em primeira instância, a partir desse pensamento: dos “porquês, dos “comos, dos “ondes e dos “quandos no terreno da apreciação que suscita realidades ou que possa suscitar realidades questionadoras e de impulso ao elevar de apreciações antes ocultas e/ou ausentes do rol de percepções do homem e da mulher contemporâneos. Por exemplo, porque não buscar compreender, literariamente: . O conceito de virgindade como sendo o olhar do ato amoroso (sexual) como a primeira vez e não como a ausência de prática amorosa (sexual). . O conceito de alma-mundo como experienciar do planeta Terra do qual fazemos parte inextricavelmente. . O conceito de honra, dignidade e valores como sendo inerentes aos seres humanos e não como “adendos que nos são negados, muitas vezes, no mundo contemporâneo. . O conceito de beleza, bondade e verdade como poética da vida e não como ideais que nada significam ou significam muito pouco para o cidadão médio e mesmo para muitas elites. Os exemplos citados são considerações pessoais minhas e podem, logicamente e subjetivamente, variar conforme a individualidade de cada escritor. Tais conhecimentos ou considerações ciclicamente desaparecem ou reaparecem das percepções humanas de tempos em tempos e podem ser mais facilmente ou mais dificilmente acessadas por estéticas literárias, artásticas e culturais, por pensamentos filosóficos e morais ao longo das épocas. O ándice-enlevo propõe a permanência de temas, estilos ou tendências de atitudes “fora de moda ou “fora de contexto no arsenal estético literário e artástico, independente da classificação ou denominação da vertente utilizada, mesmo se tais atitudes e/ou pensamentos não forem diretamente ou claramente identificáveis em determinada obra literária ou de arte. . O ándice-enlevo pode suscitar realidades no terreno do maravilhoso, sem ser ou tornar-se, propriamente, literatura do maravilhoso, sendo mais voltada a uma experiência estética que, generalizante ou generalista, por natureza, não se atêm a uma independência ou subjetividade própria, inerentes. Ao contrário, pode se juntar e/ou se plasmar com outras tendências desde o anti-design, na comunicação visual até o neoásmo na experimentação artástica e cultural; desde o expressionismo abstrato até a literatura fantástica sem deixar de apresentar ou demonstrar sua preocupação maior em elevar mentes, consciências e espáritos. Sendo esta caracterástica presente como a mola propulsora ou a pedra de toque do processo criativo ou ainda, o alvo a ser alcançado no resultado final da sua prática e teoria. Em qualquer desses momentos o ándice-enlevo propõe não o materialismo ou o espiritualismo, mas, em essência, um ponto de contato entre o planejamento (projeto), prática (práxis) e teoria (conceito) no qual a arte possa ser plenamente vivenciada numa apreciação rica e elevada necessariamente rica em desdobramentos e elevada em apreciação que possa torna-la próxima do mid-cult, do cult, do erudito e da pop art, sem ser ou tornar-se, totalmente, qualquer uma dessas classificações. Mauricio Duarte (Swami Divyam Anuragi)

 



   MAURICIO ANTONIO


A que se refere a Arte-enlevo?


A ARTE-ENLEVO explora e congrega, numa aglutinação, quatro tipos de abordagens filosóficas: Estética (obviamente, a arte relaciona-se ao belo e ao feio), a Axiológica (relação direta com valores dentro do meu pensamento), Epistemológica (porque interdisciplinar e de forma cientáfica, ainda que considerando “ciências antigas) e Ontológica (relação com a metafásica, a essÊncia das coisas).

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Visite o site Conspiração de ConsciÊncia e Arte-enlevo . https://sites.google.com/site/conspiracaodeconsciencia/home
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   MAURICIO ANTONIO


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MAURICIO ANTONIO

A Catarse precede o Enlevo. Como também pode preceder o insight. Ninguém pode experimentar enlevo se não estiver em relaxamento. Toda peça de arte que possui temática, meios, estilo e/ou composição que facilite, exponha, expresse e/ou leve á  catarse espiritual ou contemplativa ao observador, espectador é relevante para a fruição e o Enlevo na arte e na literatura.

 



   MAURICIO ANTONIO


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MAURICIO ANTONIO

O design gráfico, o design de produto e a ergonomia puderam ir até o ponto de uma humanização das interfaces humano e máquina, mas não puderam prever e nem muito menos determinar que as interações humano e máquina se tornassem tão importantes neste inácio de milênio. Essas interações correspondem, em última instância, aos relacionamentos entre pessoas intermediadas por máquinas (através de interfaces) e como tal guardam a possibilidade de um enlevo espiritual. Pesquisar essa possibilidade, num viés espiritualista, é objetivo da interface-enlevo. . As hodiernas formas de comunicação virtuais e/ou digitais exigem uma nova interação entre sistemas e entre homens e aparatos técnicos. Até aqui, o estudo desse contato se dava unicamente pelo viés da pragmática, da objetivação e da estética, dadas pela ergonomia e pelo design. É preciso ir além de uma mera humanização e pesquisar formas de interface-enlevo, nas quais o homem pode obter não apenas informação, mas mais do que isto, pode obter completude espiritual ao se relacionar com outras pessoas através de uma interface instrumental. Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

 



   MAURICIO ANTONIO


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MAURICIO ANTONIO

Sete artes cognitivo-ontológicas Ⴌ semelhança de uma Esteganografia, tenciono realizar uma analogia com As Sete Artes Liberais o Trivium e o Quadrivium tão utilizados na Idade Média, para criar um método de abordagem em análise estética e filosófica (basicamente) que englobe um Enlevo Perceptivo (arte-enlevo, interface-enlevo, ándice-enlevo e espiritualidade-enlevo) e uma Ascenção Perceptiva (Pedagogia-ascenção, Filosofia-ascenção e Teologia-ascenção). A Esteganografia é um método que assegura a transmissão segura de dados digitais na rede (web) ou numa intranet, a partir de algoritmo com a linguagem de programação Phyton. Uma Análise de Similaridade Estrutural de Imagens Esteganografadas com Python revela que uma imagem (foto, ilustração, gráfico) e sua versão esteganografada são extremamente similares e demonstram náveis de eficiência para a segurança (e para se obter uma cópia exata da imagem) muito grandes. Os aspectos gráficos das imagens são melhor considerados nessa técnica e é desconsiderado o uso de métodos mais sofisticados de criptografia. Segurança e exatidão, confiança e similaridade... Por que usar essa analogia? Porque o mundo hodierno relega Deus a um papel de mero Criador que abandonou sua criação, indiferente quando muito ou de invenção da igreja para dominar, para explorar e escravizar a massa em grande parte e trata os deságnios divinos com escárnio, ironia e aversão. Na Idade Média (quando foram criadas as Universidades, a despeito de tudo que se possa dizer a respeito da “Época das Trevas) utilizava-se o Trivium e o Quadrivium. A imagem que se tinha do conhecimento humano cognitivo-ontológico era muito mais amplo, muito mais abrangente, muito mais complexo, muito mais humano e... muito mais real, ou ao menos, muito mais próximo do real. Mas como? E nossos progressos cientáficos? Nossas conquistas? Nossas tecnologias? Perguntariam muitos ou a maioria das pessoas... Nossas conquistas tecnocientáficas, de direitos humanos, culturais e artásticas, bem como em vários outros náveis e áreas não nos tornaram mais humanos, mais irmãos, mais reais. Pelo contrário, a adoção desse modelo de separação, de dissecação dos conhecimentos em partes cada vez menores, cada vez mais especáficas nos permite sim analisar tudo, mas perdemos a sántese, perdemos o pensamento complexo, conforme coloca Edgar Morin e outros pesquisadores. A arte tem como premissa um pensamento englobado em várias áreas até por isto, o termo usado desde astronomia até música, desde matemática até gramática em tempos antigos e embora hoje em dia não se fale mais em “arte no lugar de ciência, a arte, hoje reconhecida como contemporânea, atua e considera um amplo espectro de áreas do conhecimento humano. Enfim, as sete artes cognitivo-ontológicas (conforme as chamo) possuem uma similaridade com as sete artes liberais por tratarem do pensamento de forma holástica, de forma inteira e não dissecada e, principalmente por considerarem Deus e o tempo de Deus, num tempo em que se esqueceu do Pai Eterno, do Divino Filho, Jesus Cristo e do Divino Espárito Santo. Um tempo em que uma análise de filosofia axiológica (de valores) é confundida com moralismo ou fanatismo religioso, por exemplo. A imagem do homem contemporâneo de si mesmo é dúbia, subjetiva e débil. Não queremos com isto dizer que o homem de outros tempos era melhor, mas hoje, dispomos de uma tecnologia nunca antes utilizada. Com este nável de tecnologia, o nável de nossa consciência precisa estar acima, ou um pouco acima, desse nável tecnológico ou seremos engolidos por nossas próprias criações, seremos usados e manipulados pelas coisas e não usaremos ou manipularemos as coisas. Será ou já é? a coisificação do homem e da mulher, a coisificação da humanidade. Mauricio Duarte (Divyam Anuragi) Referências: Análise de Similaridade Estrutural de Imagens Esteganografadas com Python Ewerton da Silva Farias Geoflly Adonias Carlos Regis https://www.researchgate.net/¦/59a9570ba6fdcc23984¦/download Similaridade Estrutural e Graph Matching Pedro Henrique Pamplona Savarese  https://www.cos.ufrj.br/¦/slides/Pedro-Similaridade-estrutu¦ Os setes saberes necessários á  educação do futuro Edgar Morin e UNESCO Introdução ao Pensamento Complexo Edgar Morin

 



   CARLOS ANDRÉ


Pi e o Phi

A respeito desse assunto, há dois livros ótimos: “Deus é matemático? e “A Razão áurea, de Mário Lávio.
Todos nós já ouvimos falar em número Pi (Ï€). É o irracional mais famoso da história, com o qual se representa a razão constante entre o comprimento e o diâmetro de uma mesma circunferÊncia, seu valor arredondado com duas casas decimais é 3,14
O número Phi, que apesar de não ser tão conhecido como o Ï€, tem um significado muito interessante, que se relaciona diretamente com a busca da beleza perfeita, seu valor arredondado com duas casas decimais é 1,62.
Durante muito tempo o homem procura a beleza perfeita, a proporção ideal. Os gregos criaram então o retângulo de ouro. Era um retângulo, do qual extraiu-se uma proporção: o lado maior divido pelo lado menor, com a seguinte propriedade: a soma dos lados divido pelo menor lado é igual ao maior lado dividido pelo menor lado, que é igual a aproximadamente 1,618.
A razão de ouro foi utilizada em várias construções famosas. No Parthenon a proporção nos retângulos que formam a face central e a lateral; a profundidade dividida pelo comprimento ou altura. Nas pirâmides do Egito cada pedra era 1,618 menor do que a pedra de baixo.
Durante milênios, a arquitetura clássica grega prevaleceu, o retângulo de outro era padrão beleza que permeou por muitos e muitos anos.
   EPEDAGOGIA


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   EPEDAGOGIA


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   EPEDAGOGIA


Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.
Autor: Roberto Shinyashiki
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   CLÁUDIO JOAQUIM


Nosso Sistema de Currículo Online está otimizado para atender pessoas interessadas em ingressar no Mercado de Trabalho ou buscar novos desafios.

Nossa base de dados com a inclusão de perguntas sobre os tipos de deficiÊncias, facilita a integração entre as Empresas que necessitam de pessoas em muitas áreas do conhecimento.
Está prevista na Lei federal n º 8.213, de 24 de julho de 1991, que determina:

Art. 93. A empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher (cem) de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabil (dois por cento) itado (cinco por cento) s ou pessoas portadoras de deficiÊncia, habilitadas, na seguinte proporção:
I- até 200 empregados 2%;
II - de 201 a 500 - 3%;
III - de 501 a 1.000 - 4%;
IV - de 1.001 em diante - 5%.
1 º A dispensa de trabalhador reabilitado ou de deficiente habilitado ao final de contrato por prazo determinado de mais de 90 (noventa) dias, e a imotivada, no contrato por prazo indeterminado, só poderá ocorrer após a contratação de substituto de condição semelhante.
2 º O Ministério do Trabalho e da Previdência Social deverá gerar estatásticas sobre o total de empregados e as vagas preenchidas por reabilitados e deficientes habilitados, fornecendo-as, quando solicitadas, aos sindicatos ou entidades representativas dos empregados.

VAMOS JUNTOS GERMINAR O SUCESSO EM QUEM BUSCA POR OPORTUNIDADES!
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